Experiências no Exterior

A Valonquinta apresenta-lhe ideias que pode fazer no raio de 50 km da sua estadia. Gostava de dar um passeio e apreciar a natureza? Miradouros com paisagens de cortar a respiração? São algumas das sugestões que temos para si.

Passeio no Tempo (Medieval)

Este percurso tem na sua essência a génese da vila e do seu povoamento. É um círculo mágico de vários pontos em circunferência estrelada como se de uma nuvem se tratasse. Da porta da vila que faz as honras da casa muralhada, seguimos a passos lentos para o bairro hebraico e das famílias burguesas que ali viveram, assim como alcaides, e gentes da antiga comarca. Ruas estreitas, de rostos envelhecidos, da cor ferrugem do tempo medieval; calcorreamos entre arruamentos, paramos no átrio do antigo castelo e imaginamos a vida para lá do tempo.

Passeio pela Arte e Tradição

A história sempre teve um romance com a arte. Esta por sua vez é fruto do romance do homem com a vida e a sua ligação ao transcendente e imaginário. Neste percurso o convite é abrir as portas das várias “catedrais emotivas” que nos fazem conhecer as marcas do(s) Homem(s) em consonância com o seu tempo e o tempo que imaginam.

Passeio em Busca da Fé

A ostentação edificada é o mote que dá início a este percurso; nas ruas que respiram fidalguia encontramos locais de culto, fé e arte, numa simbiose perfeita. Eis-nos diante da majestosa Igreja Matriz e é motivo para dizer que a fé move montanhas! A partir daqui está lançado o diálogo entre arquitetura, arte e espiritualidade.

Passeio Judaico

Hebreus e Cristãos, juntos, fazem parte do ramalhete da cultura Nacional. Os primeiros também tiveram grande influência na nossa região. Moncorvo foi sede de Rabinato e, neste passeio, vamos ao encontro do seu “modus vivendi”; mestres de ofícios, cerieiros, sapateiros, imaginam-se a viver nas ruas estreitas de Moncorvo, reunidos em oração, no que hoje são identificadas como sinagogas, enviando-nos para um tempo que se quer indelével.

Passeio pelo Património

Castelo, Porta da vila, Praça, chafariz, igreja matriz, solares, enquadrados no coração da vila estão suspensos ao ritmo das lendas e da história local; uma história a cada esquina é o mote deste passeio pelo património local edificado. É, sem dúvida, motivo de paragem obrigatória para muitos segredos desbravar.

Passeio pela Fragada

No Passeio da Fragada vislumbra-se uma simbiose perfeita entre o património natural, e o património cultural, transportando-nos por locais mágicos com paisagens de cortar a respiração. Por entre o rio Sabor e o vale da Vilariça, suba a “Fragada” pela Estrada Municipal 611 uma das mais bonitas da região e explore todo o património à sua mercê em direção aos Lagos do Sabor, um percurso que lhe irá ficar na retina.

Passeio pelos Miradouros

Uma paisagem tem sempre personalidade, caráter exacerbado ao sabor de cada região. Este percurso pelos miradouros de Torre de Moncorvo é um livro de telas numa cadência impressionista; a retórica faustosa e longa dos vales, o canto dos pássaros, o poema dos vinhedos, ah! A elegia do Douro, entrelaçados numa prosa articulada pelo ritmo de um tempo marcado por si na alquimia do seu olhar. Percorra cada miradouro e verá que a natureza lhe tece uma declaração de amor.

Passeio pela Arte Urbana

Com base em informação sobre dois monumentos do concelho, a Igreja Matriz de Torre de Moncorvo e a Igreja de Adeganha, procurou-se gerar uma “linguagem” a partir deste contexto para intervir nas caixas de distribuição de eletricidade espalhadas pela vila. Este “alfabeto” foi trabalhado numa Oficina com alunos do Agrupamento Dr. Ramiro Salgado bem como pela comunidade, que foi convidada a gerar palavras chave relacionadas com o concelho.

Praia Fluvial da Foz do Sabor

A praia fluvial da Foz o Sabor reúne condições únicas para a prática de desportos náuticos e de Lazer.

A sua localização, onde o rio Sabor desagua no Douro, disponibiliza um imenso e apetecível lençol de água, onde o Douro se abre e penetra pelo extenso vale da Vilariça, possibilitando uma paisagem rica de contrastes. Apresenta uma área plana pavimentada para a manobra de veículos de reboque e embarcações, um cais de desembarque e atracagem, incluindo outros serviços de apoio, como arrecadações, um bar e sanitários.

Abarca, ainda, um Parque de Merendas, numa zona arborizada, com equipamento indispensável para esse fim, bem como dispõe de estacionamento de modo a facilitar as condições de acesso ao local.

Coordenadas GPS: 41.17752, -7.11204

Museu do Côa

O museu assenta graciosamente, com parte do seu volume como que engastado no topo da colina que, na sua margem esquerda, encima a foz do Côa, celebrando o encontro dos dois patrimónios mundiais da região: a Arte Pré-histórica do Vale do Côa e a Paisagem Vinhateira do Douro. Se de longe o edifício se assemelha a um enorme afloramento irrompendo do solo, uma inspecção mais próxima reforça essa percepção, uma vez que no betão foram utilizados pigmentos minerais tendo a fachada sido objecto de tratamento superficial imitando as irregularidades naturais do xisto, a rocha predominante na região. Segundo a memória descritiva constante do anteprojecto de Julho de 2005, o “pressuposto Único” do Museu é a sua perfeita “integração na paisagem“, convertendo-se o seu corpo, se bem que em “gesto forte e afirmativo“, numa marca “subtil, sensível à topografia, pouco modificando o perfil do monte e dialogante com a paisagem“.

Coordenadas GPS: N 41º 04’ 47.9’’ / W 7º 06

Miradouros Perto da Valonquinta

 

GPS: 41.242028, -7.01644

 

GPS: 41.07702, – 7.04059

 

GPS: 41.161418, – 7.18315

 

GPS: 41.240610, -7.143540

 

GPS: 41.230120, -6.971066

 

GPS: 41.155132, -6.903533

 

GPS: 41.225400, -7.156700

 

GPS: 41.143187, -7.118084

 

GPS: 41.180802, -6.895668

Tem alguma dúvida, questão e/ou sugestão?

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